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sábado, 30 de janeiro de 2016

Rota dos Geossítios II

O segundo passeio pela Rota dos Geossítios leva-me à Serra da Freita. Depois da Panorâmica do Detrelo da Malhada, do Côto do Boi, das Bolas Quartzodioríticas dos Viveiros da Granja, da Pedra Cebola de Espinho, do Miradouro da Senhora da Mó e da Pedra Má, é tempo de admirar os fenómenos geológicos da freguesia de Albergaria da Serra.

A Serra da Freita põe a descoberto vários fenómenos geológicos
Dezembro de 2015


O Marco Geodésico de S. Pedro Velho (G3), as Marmitas de Gigante no rio Caima (G4), o Contacto Litológico da Mizarela (G5) e o Miradouro da Frecha da Mizarela (G6), as Pedras Parideiras (G7), o Campo de Dobras da Castanheira (G8), o Filão de Quartzo de Cabaços (G9), a Panorâmica da Costa da Castanheira (G10), as Pias do Serlei (G12) e as Pedras Boroas do Junqueiro (G11) preenchem o passeio de hoje pelo território de Albergaria da Serra.

Junto ao Marco Geodésico de S. Pedro Velho (G3)
Agosto de 2015


Placa indica qual o caminho seguir para alcançar o G3
Agosto de 2015


Caminho de acesso ao marco geodésico de Albergaria da Serra
Agosto de 2015


O Marco Geodésico de S. Pedro Velho (G3) assinala o ponto mais elevado da Serra da Freita e é a minha escolha para início do segundo passeio pela Rota dos Geossítios. O terceiro geossítio  de Arouca proporciona a quem o visita uma panorâmica de 360º sobre a serra que amo. E a recente varanda construída em redor do marco acrescenta-lhe ainda mais graciosidade.

Marco Geodésico de S. Pedro Velho (G3) 
Agosto de 2015


Na varanda do marco geodésico (G3)
Agosto de 2015


Marco geodésico da Freita (G3) avistado da estrada de asfalto
Dezembro de 2015


Na varanda do G3, apetece olhar uma e outra vez. Os olhos ficam maravilhados, mas há que seguir caminho em direcção às Marmitas de Gigante no rio Caima (G4). Caracterizado por depressões circulares ou elípticas escavadas na rocha, o quarto geossítio de Arouca ocorre nas margens e leito do rio Caima a montante da queda de água da Mizarela. É algo inexplicável!

Marmitas de Gigante no rio Caima (G4)
Janeiro de 2016

Exemplar de uma Marmita de Gigante no rio Caima
Janeiro de 2016


Margens e leito do Caima a montante da Frecha da Mizarela
Janeiro de 2016


A poucos metros das Marmitas de Gigante, é possível visitar o Contacto Litológico da Mizarela (G5) e o Miradouro da Frecha da Mizarela (G6). Em primeiro, o quinto geossítio que é caracterizado por diversos aspectos geológicos de interesse. Com um elevado valor didáctico, o G5 também é conhecido pelo seu alto geomorfológico, mineralógico, petrológico e cartográfico. 

Placa assinala o Contacto Litológico da Mizarela (G5)
Janeiro de 2016


Contacto Litológico e aspectos geológicos associados
Janeiro de 2016


Marmitas (G4) visíveis no início da Frecha da Mizarela
Dezembro de 2015


Depois do Contacto Litológico e aspectos geológicos associados, é obrigatória uma visita ao Miradouro da Frecha da Mizarela (G6). Esta apresenta um desnível superior a 60 metros, tornando-a a mais alta queda de água de Portugal Continental. A sua formação deriva de uma erosão diferencial provocada pelo rio Caima sobre duas rochas distintas (granito e xisto) que ali contactam.

Placa assinala o Miradouro da Frecha da Mizarela (G6)
Dezembro de 2015


Junto do sexto geossítio (G6) de Arouca
Julho de 2014


A Frecha da Mizarela tem um desnível superior a 60 metros
Maio de 2012


A Frecha da Mizarela é um dos pontos de maior interesse da Serra da Freita e do concelho de Arouca. Faça frio ou calor, são muitas as pessoas a parar junto do miradouro (G6) para admirar a beleza da elevada precipitação das águas do rio Caima. A Frecha ainda pode ser admirada de alguns pontos da PR 7 - Nas Escarpas da Mizarela - e da aldeia da Castanheira.

S. Pedro Velho (G3) e Frecha (G6) avistados da Castanheira
Dezembro de 2015


Frecha da Mizarela captada da aldeia da Castanheira
Dezembro de 2015


A aldeia da Castanheira admira a Frecha todos os dias
Dezembro de 2015


Depois de admirar a Frecha do Miradouro da Mizarela (G6), aconselho uma visita à aldeia da Castanheira. Integrada na freguesia de Albergaria da serra, esta aldeia é conhecida pela terra das Pedras Parideiras (G7). Um fenómeno geológico único em Portugal e raro no mundo inteiro que leva muitos arouquenses e forasteiros às imediações da Castanheira, na Serra da Freita.

Afloramento granítico com um nódulo encrustado (G7)
Novembro de 2015


Casa e respectivo passadiço das Pedras Parideiras
Novembro de 2015


Pedras Parideiras (G7) situam-se nas imediações da Castanheira
Fevereiro de 2012


O sétimo geossítio corresponde a afloramentos graníticos com nódulos (escuros) encrustados que, por efeito da erosão, soltam-se da pedra-mãe. O que justifica a designação de Pedras Parideiras. Desde a inauguração da Casa das Pedras Parideiras a 3 de Novembro de 2012, este fenómeno geológico tem atraído ainda mais pessoas ao concelho de Arouca. 

Junto do Campo de Dobras da Castanheira (G8)
Dezembro de 2015


O G8 proporciona uma bela panorâmica sobre a Castanheira
Dezembro de 2015


Aldeia da Castanheira avista do Campo de Dobras
Dezembro de 2015


Bem perto das Pedras Parideiras, o Campo de Dobras da Castanheira (G8) que "ocorre nas rochas mais antigas do Arouca Geopark" (lê-se na placa informativa local). Uma área com vários afloramentos rochosos dobrados é o que caracteriza o Campo de Dobras da Rota dos Geossítios. Acresce que, da sua varanda, a panorâmica sobre a aldeia da Castanheira é privilegiada.

Placa assinala o Campo de Dobras da Castanheira
Dezembro de 2015


Campo de Dobras da Castanheira (G8)
Dezembro de 2015


Placa informativa junto do Campo de Dobras
Dezembro de 2015


Do oitavo passo para o nono geossítio do concelho de Arouca. Trata-se do Filão de Quartzo de Cabaços (G9) que é admirado ao percorrer um dos trilhos da PR 7 - Nas Escarpas da Mizarela. Para conhecer este compacto filão de quartzo com cerca de 2 metros de espessura, é necessário uma manhã ou uma tarde para entrar serra adentro e descobrir a sua localização.

Filão de Quartzo (G9)
Maio de 2012


O G9 surge do decorrer da PR 7 - Nas Escarpas da Mizarela
Maio de 2012


Pormenor do Filão de Quartzo (G9)
Maio de 2012


Sendo assim, avanço do Campo de Dobras (G8) para a Panorâmica da Costa da Castanheira (G10). Isto porque o Filão de Quartzo de Cabaços (G9) fica inacessível (de carro), tendo os visitantes de dispor de tempo e de gosto para percorrer trilhos de serra. Já junto do miradouro da Castanheira é possível avistar as serras do Arestal, do Caramulo e da Estrela.

Local preciso da Panorâmica da Costa da Castanheira (G10)
Janeiro de 2016

A linha de costa da região de Aveiro pode ser avistada
do G10 em dias meteorológicos favoráveis
Janeiro de 2016

Costa da Castanheira captada junto das Marmitas do Caima (G4)
Janeiro de 2016


A Panorâmica da Costa da Castanheira ainda permite aos visitantes admirar o Vale do Vouga, o Oceano Atlântico e a linha de costa da região de Aveiro que, aqui, são visíveis em dias meteorológicos favoráveis.  Em Fevereiro de 2015, o G10 acolhe o Radar Meteorológico que, para além da previsão e vigilância do tempo, vem ampliar o miradouro da Castanheira.

Pormenor do Radar Meteorológico de Arouca
Dezembro de 2015


O Radar situa-se na Panorâmica da Costa da Castanheira (G10)
Dezembro de 2015

Abrigo de Monte Calvo (Albergaria da Serra)
Fevereiro de 2012


Nas proximidades da costa da Castanheira e do abrigo de Monte Calvo, arrisco partir em busca das Pias do Serlei (G12). Estas são blocos de granito que apresentam pequenos buracos circulares semelhantes a pias. Daí, a designação de Pias de Serlei atribuída a um conjunto de irregularidades na superfície rochosa de várias pedras situadas numa parte do planalto granítico de Albergaria da Serra.

Pias do Serlei (G12)
Janeiro de 2016

Pias do Serlei com vista para o Radar Meteorológico
Janeiro de 2016


G12 situa-se nas proximidades do Abrigo de Monte Calvo
Janeiro de 2016

O planalto granítico de Albergaria da Serra vê muitos caminheiros a percorrer os trilhos da PR 15 - Viagem à Pré-História da Freita. Uma pequena rota circular de 17 km que é uma alternativa diferente para descobrir a maioria dos fenómenos geológicos e panorâmicas da serra que amo. Seja de carro ou a pé, a jornada de hoje é um bom programa para fugir à rotina.

Outro bloco granítico com pias
Janeiro de 2016


Planalto granítico da Serra da Freita
Janeiro de 2016


Uma Viagem à Pré-História da Freita (PR 15 de Arouca)
dá a conhecer a maioria dos geossítios de Albergaria da Serra
Novembro de 2015


Depois do G12, entro na recta final do segundo passeio pela Rota dos Geossítios. O último geossítio de hoje corresponde às Pedras Boroas do Junqueiro (G11). É o décimo primeiro de uma lista de 41 fenómenos geológicos. Estas pedras tratam-se de dois blocos que apresentam uma alteração em fissuração poligonal que lhes atribui parecenças com as códeas das broas de milho.

Pedras Boroas do Junqueiro (G11)
Abril de 2013


Outro exemplar do G11
Abril de 2013


Passadiço de acesso às Pedras Boroas (de saída)
Novembro de 2015


Integrados no território de Albergaria da Serra, os dez fenómenos geológicos e vistas panorâmicas do segundo passeio pela Rota dos Geossítios fazem parte dos pontos de interesse da Serra da Freita. A jornada de hoje termina com o abandonar do passadiço das Pedras Boroas do Junqueiro (G11). E, agora, parto para Fuste e Rio de Frades da freguesia de Moldes.   

Aventurem-se e bons passeios!

Um até já, 

TS


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Viagem à Pré-História da Freita

A Freita é lugar que amo e, hoje, proponho uma Viagem à Pré-História das terras e montes da serra. E, para tal, a sugestão de caminhada passa pela realização da décima quinta pequena rota (PR 15) dos percursos pedestres do município de Arouca. Uma rota de 17 km de distância e cerca de cinco horas de duração à volta de inúmeros fenómenos geológicos.

PR 15 - Viagem à Pré-História
Fevereiro de 2012


A PR 15 - Viagem à Pré-História - da Serra da Freita é um trilho circular que, aqui, sugiro o início e o fim na aldeia do Merujal. Este lugar é também ponto de partida da PR 16  - Trilho Exótico - do concelho de Arouca e ponto de passagem da Grande Rota (GR) 28 - Por Montes e Vales de Arouca. Ao sair do Merujal, os caminheiros percorrem 800 metros até ao Parque de Campismo e/ou Refúgio da Freita.   

A aldeia do Merujal marca o início e fim da PR 15
Julho de 2012


Alcançada a estrada asfaltada de acesso (de carro) a Cabreiros, os caminheiros encontram o refúgio da Freita do lado esquerdo e o parque de merendas do Merujal do lado direito. E, neste ponto, podem tomar um café ou chá e, logo, seguir caminho. Uns metros à frente entram pela serra adentro em direcção a Albergaria da Serra, também conhecida por Albergaria das Cabras. 

Passagem pelo Refúgio da Freita
Fevereiro de 2012


A PR 15 passa junto do Parque de Campismo da Freita
Fevereiro de 2012


Parque de merendas do Merujal
Fevereiro de 2012


Mesas espalhadas pela mata compõem o parque do Merujal
Fevereiro de 2012


Do parque do Merujal até Albergaria conta-se 1,4 km
Julho de 2012


Conta-se 1,4 km de distância entre o parque de merendas do Merujal e a aldeia de Albergaria da Serra. E, seja verão ou inverno, a paisagem é encantadora. Os caminheiros avistam (à esquerda) o marco geodésico de S. Pedro Velho, que marca o ponto mais alto da Serra da Freita, e passam junto do Refúgio das Baralhas. Pedras amontoadas, o cinza da época fria e o amarelo, rosa e verde da época quente compõem o ambiente físico da serra.

Refúgio das Baralhas
Julho de 2012


A percorrer os trilhos da PR 15
Julho de 2012


À chegada a Albergaria das Cabras, o Caima dá as boas-vindas aos caminheiros já que estes atravessam a ponte sobre o rio e atingem o largo da aldeia. Noutros tempos, Albergaria era um ponto de passagem da estrada romana que ligava Viseu ao Porto. Vinda da freguesia de Manhouce do concelho de S. Pedro do Sul, essa estrada passava pela Serra da Freita e, depois, seguia para a Farrapa e Escariz de Arouca.

Aldeia de Abergaria da Serra e rio Caima
Fevereiro de 2012


Coreto e largo de Albergaria da Serra
Julho de 2012


Os caminheiros seguem do largo de Albergaria da Serra para a Igreja local, onde voltam a enveredar por um trilho de serra. E a próxima paragem da PR 15 é o Vidoeiro. Mas, antes, segue-se caminho sempre na companhia do rio Caima até atingir um local denominado 'Junqueiro' e, um pouco mais à frente, um fenómeno geológico. Falo das Pedras Boroas.

De Albergaria ruma-se até ao Vidoeiro
Julho de 2012


Igreja de Albergaria da Serra
de 2012


É comum a presença de vacas arouquesas a pastar pela serra
Julho de 2012


O rio Caima nasce na Serra da Freita
Julho de 2012


As Pedras Boroas do Junqueiro "correspondem a dois blocos graníticos, os quais apresentam uma alteração em fissuração poligonal que lhes confere semelhanças com as códeas de boroas de milho" lê-se num dos folhetos informativos do Arouca Geopark. Ao percorrer a PR 15, deixo a sugestão para que façam um pequeno desvio do trilho e, assim, vejam ao vivo e a cores este fenómeno geológico. E, depois deste acréscimo, há que retomar o caminho certo em direcção ao Vidoeiro.

Exemplares de Pedras Boroas
Abril de 2013


Já no Vidoeiro, os caminheiros avistam a casa-abrigo do Clube de Campismo de São João da Madeira (CCSJM). Inaugurada a 24 de Março de 2012, a casa serve de refúgio para turistas e amantes de montanhismo. Para usufruir do espaço, os interessados devem contactar a secção de montanhismo do clube de campismo para encontrar respostas às perguntas e dúvidas que, eventualmente, possam ter.

O refúgio do Clube de Campismo de SJM fica no Vidoeiro
Fevereiro de 2012


O casa-abrigo do CCSJM fica para trás e uma passagem pela Portela da Anta é o que espera os caminheiros. Agora, falo de uma mamoa da Serra da Freita que pertence a um importante património arqueológico deixado, noutros tempos, por pessoas que habitaram as terras de Arouca. A Portela da Anta é apenas um fenómeno, à espera de ser admirado, de entre os muitos espalhados pela serra e pelo concelho. A seguir, uma vista de olhos sobre a Anta de Monte Calvo.

A próxima paragem é a Portela da Anta
Fevereiro de 2012 


Mamoa da Portela da Anta
Abril de 2013


Os caminheiros chegam à estrada asfaltada, que liga Vale de Cambra à Serra da Freita, e, após, atravessá-la tomam um caminho de terra junto da Anta de Monte Calvo. Outro fenómeno arquitectónico composto por pedras, umas amontoadas e outras soltas, que encerram no seu interior espaços funerários de tipologias e cronologias diversificadas.

Abrigo do Monte Calvo é a próxima etapa
Fevereiro de 2012


Vale de Cambra para a esquerda e Arouca para a direita
Julho de 2012


Anta de Monte Calvo junto da estrada asfaltada
Fevereiro de 2012


Depois da Anta de Monte Calvo, o caminho tomado pelos caminheiros leva-os ao lugar de Castanheira. Aqui, é possível visitar a Casa ou Centro de Interpretação das Pedras Parideiras e a toda a aldeia, ficando a conhecer o fenómeno geológico das pedras que 'parem' pedras. Inaugurado a 3 de Novembro de 2012, o centro só no primeiro ano de existência conta com cerca de 30 mil visitantes, vindos de vários pontos do país e do estrangeiro.

Aldeia da Castanheira
Julho de 2012


As pedras parideiras são um fenómeno geológico da Freita
Fevereiro de 2012


As pedras parideiras surgem numa área limitada, nas imediações da aldeia de Castanheira, em plena Serra da Freita, onde pode ler-se numa placa informativa que: "[S]ão um fenómeno geológico único em Portugal e raro no mundo inteiro. Datam de há mais de 280 milhões de anos. Ajude-nos a preservá-las neste local." Mas, numa visita ao Centro de Interpretação, os caminheiros podem ficar a saber mais.

Casa das Pedras Parideiras
Novembro de 2012


Mais especificamente, as pedras de que falo tratam-se de afloramentos graníticos que têm "encrustados nódulos envolvidos por uma capa de biotite os quais, por efeito da erosão, se soltam da pedra-mãe. Daí a denominação de parideiras", esclarecida no folheto da PR 15. E, depois de uma visita aprofundada pela aldeia de Castanheira, há que retomar caminho em direcção a Cabaços.

Passadiços de madeira junto da Casa das Pedras Parideiras
Novembro de 2012


Placas informativas junto à Casa das Pedras Parideiras
Maio de 2013


À Castanheira segue-se a aldeia de Cabaços
Julho de 2012


Assim como a aldeia de Castanheira, Cabaços é um lugar pequeno, tradicional e fortemente rural. Trilhos de serra separam e unem as duas aldeias. E, após a travessia, os caminheiros estão bem perto de concluir esta pequena rota de 17 km. Em Cabaços, já é possível avistar o lugar de Albergaria da Serra. Mas, agora, há que atravessar o rio Caima na praia fluvial local.

Vista panorâmica sobre a aldeia de Cabaços
Julho de 2012


A praia fluvial de Albergaria da Serra convida a uma ida a banhos em dias quentes e são muitos os visitantes e/ou turistas que escolhem a Serra da Freita para apanhar sol e refrescarem-se nas águas do rio Caima. Posto isto, segue-se o lugar da Mizarela. Mesmo ao lado, os caminheiros atingem rapidamente o café local e, uns metros à frente, o miradouro da Frecha da Mizarela.

Praia fluvial de Albergaria da Serra
Agosto de 2012


Junto da paragem do lugar da Mizarela
Fevereiro de 2012


A Frecha da Mizarela é outro geosítio da Serra da Freita e do concelho de Arouca. Apresenta um desnível de cerca de 60 metros, tornando-a a mais alta queda de Portugal Continental. Formou-se devido à erosão diferencial provocada pelo rio Caima sobre duas rochas distintas que ali contactam: o granito e o xisto. Junto do miradouro, é proporcionada uma vista magnífica. Mas, para quem percorrer as Escarpas da Mizarela é oferecida aos caminheiros um regalo aos olhos melhor.

Frecha da Mizarela
Maio de 2012


O Merujal é a última paragem
Julho de 2012


Vista sobre a aldeia do Merujal
Julho de 2012


Bem, é tempo de 'largar' a Mizarela e de caminhar em direcção à aldeia do Merujal, onde começamos e onde terminamos esta Viagem à Pré-História da Serra da Freita. No final, contam-se 17 km de caminho percorrido e guardam-se momentos ricos em convivência e natureza de uma pequena rota de nível médio. Classificação de grau médio devido à sua extensa e não ao seu grau de dificuldade.

Paisagens e fenómenos geológicos da Freita


Inúmeras são as vezes que visito às terras da Serra da Freita e, hoje, deixo uma descrição da PR 15 de Arouca e muito mais do que isso (ver acima fotogaleria). Fica o registo fotográfico de diferentes passagens e paragens por lugares como o Merujal, Albergaria da Serra, Vidoeiro, Castanheira, Cabaços, Mizarela.

Aventurem-se e boas caminhadas!

Um até já,

TS