sábado, 13 de junho de 2015

A Febre das Caminhadas

As redes sociais chegaram para ficar e ajudar as pessoas a conhecer mais para além das redondezas das suas casas. A prática de exercício físico, que contribui para uma mente sã num corpo são, e o convívio estimulam a partida à descoberta de novos lugares, aventuras e aprendizagens. A visita interpretada “A caminho de Roma” e uma “Caminhada Doce” são duas atividades já passadas, mas, no Pé ante pé, fiquem a conhecer outros programas que esperam por inscrições.

Rio Uíma de passagem pelo centro de Caldas de S. Jorge


O mês de Junho começa, na região de Entre Douro e Vouga, com muitas propostas de caminhada. No passado sábado (6), participei numa visita interpretada intitulada “A caminho de Roma” e o balanço é francamente positivo. Organizada pelo projeto Arqueologia para Todos e  pelo Arouca Geopark, esta atividade resume-se a um passeio acompanhado de breves interpretações de marcos históricos que, de Chave a Escariz, fazem parte do megalitismo do concelho.

Folheto da visita interpretada "A caminho de Roma"


Visita interpretada "A caminho de Roma"


Visita interpretada "A caminho de Roma"


"A caminho de Roma"


Mamoa 2 de Venda da Serra (Escariz)


Mamoa 1 da Aliviada (Escariz)


A visita interpretada tem início na Farrapa, freguesia de Chave, e segue para a localidade de Escariz conhecida pelo seu conjunto de monumentos megalíticos. A visita desenvolve-se por antigas vias romanas, agora praticante imperceptíveis, e dá a conhecer diferentes exemplares de mamoas, nomeadamente a Mamoa 1 da Aliviada que está classificada como Monumento Nacional desde 1992. Acresce que esta atividade teve ainda o apoio da Câmara Municipal e do Centro de Arqueologia de Arouca.

"A caminho de Roma"


Mamoa 6 da Urreira situa-se no recinto do escola de Escariz


Vista panorâmica alcançada do monte da Abelheira


Capela da Abelheira (Escariz)


Saco do Arouca Geopark


Depois de uma viagem ao passado, segue-se uma “Caminhada Doce” na manhá seguinte, dia 7. O destino é o Festival Doce de Caldas de S. Jorge, que, numa manhã de domingo, promove a atividade física, o convívio e a doçaria regional e conventual do nosso país. Tudo isto conjugado só podia revelar-se um bom programa de fim de semana. Já terminou, mas muitas são as garantias de que para o ano há mais. Fiquem atentos.

Festival doce de Caldas de S. Jorge


T-shirt da caminhada doce


D. Rodrigo é o doce típico do Algarve


Inscrição presente na fonte de água local 


Marcas de direcção dos percursos de Caldas de S. Jorge


A tempo vão de fazer a inscrição para a caminhada de Santa Eulália, em Arouca, a realizar no dia 27 de Junho (um sábado). O percurso de 10 km  tem início nos Adros e o nível de dificuldade é médio. Para participar  e saber mais informações há que contactar Sílvia Gonçalves e Paula Almeida através do seguinte e-mail: ccrse@hotmail.com. A caminhada conta com o apoio do CCR e da Junta de Freguesia de Santa Eulália. Toca a chover inscrições!

Santa Eulália é uma freguesia do concelho de Arouca


Para Julho, fiquem atentos as terras de Santa Maria da Feira. Destaco aqui o fim de semana de 11 e 12 Julho. No sábado (11), “vem correr ou caminhar à noite dentro do “Castelo, Convento dos Lóios, Grutas…” é o convite deixado no folheto da Corrida Urbana que tem início das 21.30 horas. São 6 km de caminhada e 10 km para quem preferir a corrida. Aos interessados, façam a inscrição em: www.corridaurbana.com.

Castelo de Santa Maria da Feira


No domingo (12 de Julho), decorre a II Caminhada Jacinto Nogueira. Esta atividade começa às 14.30 horas, em Santa Maria de Lamas, e o valor da inscrição reverte a favor do IPO do Porto. Se estiverem interessados(as) e têm alguma dúvida, pesquisem no Facebook pelo nome da caminhada, coloquem lá as vossas perguntas e façam a inscrição porque esta inciativa vai para além da prática desportiva e do convívio. Ao participar, lembrem-se que estão a ajudar.

Aventurem-se e boas caminhadas!

Um até já,

TS



quarta-feira, 6 de maio de 2015

Sidobre (França)

O último capítulo das férias de Março de 2015 é desvendado hoje, no Pé ante pé, e o destino é Sidobre. Uma área montanhosa situada a menos de 20 km do centro de Castres, que põe a descoberto ‘Les Rocs de Crémaussel’ e ‘La Peyro Clabado’. O dia é de despedida, mas com a satisfação de ter alimentado o ‘bichinho’ das caminhadas por terras francesas. O tempo é curto no momento de querer mergulhar mata adentro e esquecer que aproxima-se o regresso a casa.

Sidobre e percursos pedestres de mãos dadas


Integrado no departamento Tarn de França, Sidobre é um planalto granítico do parque natural regional do Haut-Languedoc. Numa pequena visita, dá para os visitantes e, sobretudo amantes da natureza, apaixonarem-se à primeira olhadela e ao primeiro sentir. Por aqui, existem muitos percursos pedestres à espera de pegadas. E, de férias, as caminhadas prevaleceram e apareceram surpresas agradáveis.

'Le roc de l'oie' integra o percurso das rochas de Crémaussel


Les Rocs de Crémaussel’ é o nome de um dos percursos pedestres de Sidobre. Trata-se de uma pequena rota circular de 8,5 km de distância e cerca de de 3 horas de duração. Ao longo do trilho, os caminhantes usufruem de vistas fantásticas para rochas igualmente fantásticas. ‘Roc de l’oie’ (rocha do ganso), ‘billard’ (bilhar), ‘éléphant’ (elefante) e ‘fauteuil du diable’ (cadeira do diabo) são exemplos disso.

'La Peyro Clabado' é um bloco de 780 toneladas sobre pequenas pedras


Para terminar, outro ponto de grande interesse de Sidobre é ‘La Peyro Clabado’, um bloco granítico de 780 toneladas (lê-se no painel informativo local) que encontra-se equilibrado em cima de pequenas pedras. Aqui, é possível fazer um pequeno percurso pedestre que dá a conhecer a área em redor desta rocha. ‘La Peyro Clabado’ está situada a cerca de 3 km das rochas de Crémaussel. Fica tudo em caminho, por isso, há que aproveitar e agarrar um pouco de tudo.


Aventurem-se e bons passeios!

Um até já,

TS


terça-feira, 5 de maio de 2015

Andorra

Um fim de semana passado em Andorra é o suficiente para conhecer um pouco de cada lugar do principado. ‘Pas de la Casa’ é a primeira grande paragem, seguida de umas brincadeiras na neve e, por último, estadia no centro de ‘Andorra la Vella’. Aqui, ir às compras e ao Caldea “é obrigatório”. Uma visita ao Museu da Água também é uma boa dica.

Vista panorâmica sobre as montanhas cobertas de neve


Andorra é um pequeno país europeu cuja capital é Andorra-a-Velha. Localizado entre o norte de Espanha e o sul de França, este principado tem como língua oficial o calatão. Todavia, uma visita relâmpago mostra que por aqui fala-se também castelhano, o português e o francês. E como são muitos os portugueses a viver e a trabalhar em Andorra!

Uma visita pelo centro de 'Pas de la Casa'


De passagem por ‘Pas de la Casa’, é aconselhável uma visita ao centro que está repleto de estabelecimentos comerciais. Aqui, como na capital de Andorra, é visível a importância do turismo para os locais e para a economia do país. Depois, toca a mergulhar nas montanhas, esquecer a idade adulta  e usufruir do manto branco iluminado.

A visita ao Museu da Água é gratuita 


Já em Andorra-a-Velha, a avenida principal é larga e é difícil ver o seu fim em extensão. Esta está repleta de áreas de comércio e toca a ir, mais uma vez, às compras. Na capital, o que não podem deixar de fazer é visitar o espaço termo-lúdico local (Caldea), o restaurante “La Taberna d´ Excalibur” e o Museu da Água.

Avenida principal de Andorra-a-Velha


Uma visita curta, mas muito bem aproveitada. Acreditem, é possível! E, nas férias do passado Março, assim de repente penso que ficou a faltar uma visita ao Santuário da Nossa Senhora de Meritxell, padroeira do Principado de Andorra. Mas espero ter uma nova oportunidade para o fazer e, se assim for, desvendo aqui, no Pé ante pé.

Aventurem-se e bons passeios!

Um até já,

TS


quarta-feira, 29 de abril de 2015

Canal du Midi (França)

Classificado como património da Humanidade pela Unesco desde 1996, o “canal du Midi” é um canal artificial composto por 328 obras como comportas, pontes, túneis e aquedutos. Localiza-se na região de Midi, em França, e é um destino de turismo fluvial muito procurado. Toulouse, Castelnaudary e Carcassonne estão entre os locais mais atravessados e hoje, no Pé ante pé, fiquem a conhecer a “Écluse de Saint Roch” e o “Argent-Double”.

Canal do Midi - La Redorte


O “canal du Midi” (canal do Midi em português) é a abertura marítima mais antiga da Europa. Concebido no reinado de Luís XIV de 1666 a 1681, servia para transportar mercadorias, facilitando as relações económicas, políticas e militares. Hoje em dia, ainda está em funcionamento, tem uma função exclusivamente turística e continua a ligar o oceano Atlântico ao mar Mediterrâneo.

"Écluse de Saint Roch"


Lago artificial de Castelnaudary


Pequena ilha de Catelnaudary


Numa visita à comuna francesa de Castelnaudary do departamento de Aude, é possível conhecer a “Écluse de Saint Roch” do canal do Midi. O bloqueio de Saint Roch fica num dos lados de uma ponte velha de acesso ao centro de Castelnaudary. Do outro lado da ponte, avista-se um lago artificial e uma pequena ilha que dão encanto à cidade.

Canal do Midi sobre o rio Argent


Depois de uma visita ao bloqueio do canal do Midi de Castelnaudary, o próximo destino é a Cité de Carcassone e, no regresso a casa, uma passagem pela comuna de La Redorte para admirar as aberturas sobre o rio Argent-Double (Argent-Duplo em português). Aqui, existe uma porta-canal com 11 arcos e o Argent-Duplo é um pequeno rio que passa por baixo do canal do Midi. Ou seja, quando o canal enche, a água deste cai directamente para o rio.

Canal do Midi - La Redorte 


O canal do Midi já teve muitas funções. Agora, serve de regalo aos olhos de quem o atravessa de barco ou, simplesmente, de quem visita os seus bloqueios e passeia pelos caminhos laterais que acompanham o correr das suas águas. Em suma, este canal completa mais um capítulo das férias do passado mês de março por terras de França.

Aventurem-se e bons passeios!

Um até já,

TS


sexta-feira, 17 de abril de 2015

Cidades francesas

Castres é a capital do departamento do Tarn. Está situada a 77 km de Toulouse, quarta maior cidade francesa, e nas suas proximidades encontram-se os montes de Sidobre e o Lago da Montanha. A cidade é cruzada pelo rio Agout, um afluente do Tarn, e nas redondezas sítios para visitar é o que mais há. Burlats, Albi, Lautrec, Cité de Carcassone e Cordes sur Ciel são as próximas paragens do Pé ante pé.

Caminho para peões e bicicletas da 'Ville de Castres' 


Burlats é uma comuna francesa que, tal como Castres, pertence ao departamento do Tarn. E, recorrendo a um caminho reservado a peões e bicicleta, fica a cerca de 9 km do centro de Castres. Pedala-se num espaço muito limpo e cuidado e na companhia do som do correr das águas e do vento a agitar as folhas das árvores. À chegada a Burlats, uma turma de crianças dá apoio, gritando “Allez, allez, allez…” (Vamos, vamos, vamos…).

Vista alcançada à chegada a Burlats


Outra paragem é Albi. Uma cidade francesa, também integrada no departamento do Tarn, conhecida pelo nome “ville rouge” (cidade vermelha) e pela Catedral Sainte-Cécile. “Le choeur historique de la cathédrale est unique au monde!” (O coro histórico da catedral é único no mundo!) Esta citação é encontrada à entrada do edifício, construído entre os séculos XIII e XV, e, no seu interior, um órgão imponente e uma decoração muito detalhada cativam a atenção dos visitantes. Ainda em Albi, a Ponte Velha sobre o rio Tarn, o Palácio de Berbie e respectivos jardins são outros atractivos da cidade vermelha.

Cidade vermelha e rio Tarn avistados dos jardins de Berbie


O próximo destino é Lautrec. Uma vila medieval classificada como uma das “plus beaux villes de France” (mais belas vilas de França), que está a cerca de 16 km de Castres. Aqui, o “ail rose” (alho rosa) é o produto típico e a este é dedicada uma festa na primeira sexta-feira de Agosto. De passagem por Lautrec, há que visitar o moinho de vento e o calvário de Lasalette e aproveitar para usufruir da vista panorâmica sobre a vila e não só.

Vila e moinho avistados do calvário de Lasalette


Ainda na onda dos locais medievais, há que visitar a Cité de Carcassone. Uma cidade medieval dentro da própria cidade de Carcassone, que integra o departamento do Aude. Esta ‘cité’ está situada numa grande colina, proporcionando uma vista ampla sobre a cidade e o rio Aude. De Castres até este ponto, são cerca de 65 km de carro que valem a pena fazer. Ultrapassadas as muralhas medievais, mergulha-se em lojas de gomas gigantes, barras de chocalate, bombons e biscoitos. Uma perdição! Depois, entra-se na basílica de Saints Nazaire et Celse e, no fim, faz-se uma ronda pelas lojas de artigos de lembrança.

Cité de Carcassone 


A última paragem de hoje é Cordes sur Ciel. Uma cidade medival fundada pelo conde de Toulouse, em 1222, com quatro portas de acesso. Uma delas é a “porte de l’horloge” (porta do relógio) e, para chegar ao ponto mais alto, há que caminhar uns 20 a 30 minutos e ultrapassar uma subida íngreme. Já no topo encontra-se  um miradouro, uma praça ampla, um poço de água com 113 metros de altura e um “musée les arts du sucre et du chocolat” (museu das artes do açúcar e do chocolate).

"Porte de l'horloge" (Porta do Relógio)


Em suma, uma série de passeios didácticos e animados por cidades francesas, ora do departamento do Tarn ora do Aude. Tudo destinos de paragem e visita com muito para dizer. Aqui, deixo um 'cheirinho' porque o melhor mesmo é ir, ver e conhecer. No próximo capítulo das férias de Março último, é a vez de destacar o Canal du Midi.

Aventurem-se e bons passeios!

Um até já,

TS


terça-feira, 7 de abril de 2015

Castres (França)

Desenvolvida no século IX em torna da Abadia de Saint-Benoît, Castres é uma cidade francesa muito florida com motivos de sobra para ser visitada. Está localizada no departamento do Tarn e é a cidade natal do político socialista Jean Jaurés. Continuem a ler porque hoje apresento, no Pé ante pé, um breve retrato do primeiro capítulo das férias gozadas na última semana de Março.
Maisons sur l'Agout


Castres dispõe de uma grande variedade de jardins e parques. Os guias turísticos dão atenção ao Jardin de l’Évêché por ter sido concebido pelo paisagista Le Nôtre (o mesmo que concebeu os jardins de Versalles) e distinguido pelo prémio “Jardin Remarquable de France”, que destaca os melhores jardins do país. Este jardim situa-se nas traseiras do antigo palácio episcopal, que agora é 'l'hotel de ville'.

Dia de mercado na praça Jean Jaurés


 As fachadas das casas multicolores dos antigos tintureiros, tecedores e curtidores alienadas ao rio Agout recordam os tempos da indústria têxtil, aquela que já foi a principal actividade da cidade. Construídas no século XVII, as ‘Maisons sur l’Agout’ permitiam a imersão das peles na água do rio e, posteriormente, a secagem das mesmas na parte superior dos edifícios.

A cidade de Castres vê correr as águas do rio Argout


Mais há mais para conhecer! A catedral de Saint-Benoît, datada do século XVII e monumento histórico desde 1953, o teatro municipal, o museu Goya e o mercado ao ar livre, que decorre todas as terças, quintas, sextas e sábados de manhã, na praça Jean Jaurés. A cidade é ainda conhecida pela equipa de Rugby Castres Olympique e pelos laboratórios farmacêuticos Pierrre Fabre.

Venda ao público de 'fromage' (queijo)


Na despedida, tal como na recepção, o Vento d’ Autan ou vento dos loucos dá um ‘Bonjour’ e um ‘Au revoir’, impondo a sua presença. Na região de Castres, o vento é muito característico. É quente e turbulento, o que está associado a micro variações de pressão, maioritariamente ressentidas por pessoas doentes. No fim de contas, o vento traz tudo e leva tudo. 

Aventurem-se e bons passeios!

Um até já,

TS

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Um texto de setas

Uma seta ali e outra acolá. As setas amarelas ou flechas amarillas, como dizem os nuestros hermanos, sinalizam os caminhos de Santiago, ajudando os forasteiros a chegar a Compostela, em Espanha. Aqui ao lado, por terras de Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira e Santa Maria da Feira, é possível encontrar estas setas e enveredar por trilhos nunca antes percorridos.

A concha e a seta marcam os caminhos de Santiago


Num dia de Carnaval, acordo às 6 horas para às 7.30 estar junto da Igreja Matriz de Arrifana, freguesia do concelho de Santa Maria da Feira, para dar início a uma parte do caminho português de Santiago. O destino final é a Sé do Porto, mas só depois de 42,5 km percorridos. Uma tarefa aparentemente complicada, o que não o deixa de ser, e inexplicável. Toca a seguir as flechas.

Igreja Matriz de Arrifana


Arrifana, Escapães, Souto Redondo de S. João de Ver, Lourosa e Mozelos são terras de Santa Maria da Feira marcadas pelas setas amarelas do caminho português de Santiago que sai de Lisboa e segue até à cidade do Porto. Este caminho, feito no sentido inverso (norte - sul), leva os caminheiros e/ou peregrinos até ao Santuário de Fátima com a orientação de setas azuis.

Seta azui (Fátima) e seta amarela (Santiago)


De Mozelos a Grijó são 5.5 km e, no total, já estão percorridos 19 km desde o início, em Arrifana. Uma passagem pelo antigo Mosteiro de Grijó, datado do século XIII, e, sem muitas demoras, segue-se para o Perosinho que fica a 10.5 km. Depois, Rechousa a 4 km e, para terminar, mais 9 km até à Sé do Porto com, antes, uma passagem pela Avenida da República de Vila Nova de Gaia e uma travessia do tabuleiro superior da ponte D. Luís sobre o rio Douro.

Sé do Porto


Sempre na companhia da concha, símbolo dos caminhos de Santiago, e das flechas amarillas. É assim de Arrifana ao Porto e da Sé da Invicta até Santiago de Compostela. Esta segunda parte é aliciante e será complicada a sua realização. Todavia, fica aqui um até um dia. E, por agora, o percurso termina às 15.30, perfazendo um total de oito horas com duas paragens de 15 minutos incluídas.

Aventurem-se e bom caminho!

Um até já,

TS