quarta-feira, 12 de agosto de 2015

O paraíso do interior

O coração de Castanheira de Pêra é guardião de uma área animada de lazer com uma ilha, palmeiras tropicais e ondas a 80 km do mar. As limpas águas da Ribeira de Pêra e, no pano de fundo, a Serra da Lousã completam o cenário da Praia Fluvial das Rocas. E, hoje, o Pé ante pé mostra (em imagens) o paraíso do interior, o seu complexo turístico e as suas actividades. 

Praia das Rocas


A Praia das Rocas é um complexo composto por uma piscina de ondas com 2100 metros quadrados (a maior do país), um lago, uma ponte, uma ilha e inúmeras palmeiras que lhe conferem um ambiente paradisíaco. A isto acresce o alojamento da Villapraia com seis bungalows situados duma das margens da Ribeira da Pêra. Os visitantes podem ainda usufruir de um passeio de barco a remos ou em gaivota e fazer slide.  

Pulseira de acesso à praia


Ilha da Praia das Rocas


Barcos a remo e em gaivotas


Villa Praia


Bungalows numa das margens da Ribeira de Pêra


Barco a remo


'Gaivotas'


Palmeiras e a Serra da Lousã como pano de fundo


Ondas a 80 km do mar


Palmeira tropical


Praia Fluvial das Rocas


Ilha da Praia das Rocas


Um íman para recordar a passagem pela Praia das Rocas


O concelho de Castanheira de Pêra pertence ao distrito de Leiria e está inserido na bacia hidrográfica do rio Zêzere, que tem como principal afluente a Ribeira de Pêra. A Praia das Rocas é um dos pontos de interesse do município e é um verdadeiro paraíso do interior de Portugal. Por isso, é o destino de férias que sugiro hoje, no Pé ante pé, para este verão.

Aventurem-se e boas férias!

Um até já,

TS


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Corrida aos Passadiços do Paiva

Os Passadiços do Paiva têm atraído muitos turistas às localidades de Espiunca e de Canelas desde a inauguração destes, a 20 de Junho do  presente ano. As paisagens únicas e a ponte suspensa sobre o rio Paiva são as grandes responsáveis pela duplicação das taxas de ocupação turística de Arouca. O Pé ante pé fez uma segunda visita aos locais da loucura do momento.
Ponte suspensa sobre o rio Paiva


A corrida inicial e fugaz aos Passadiços do Paiva continua. O percurso linear de 8.700 metros é a novidade deste verão, tanto para os arouquenses como para os forasteiros. E a prova disso é que os passadiços já conseguiram atrair milhares de pessoas ao concelho de Arouca e, consequentemente, ajudam no desenvolvimento e crescimento de negócios locais.

Rio Paiva


A ponte suspensa está situada na praia do Vau


Praia do Vau (Canelas)


O Vau proporciona o encontro da PR 9, da GR 28 e dos passadiços


A ponte suspensa é um dos maiores atractivos dos passadiços


Águas do rio Paiva

Paiva junto da Cascata das Aguieiras 


Vista panorânica sobre as encostas do Paiva


Cascata das Aguieiras 


Terrenos de eucaliptal


Descampado de terra 


Rio Paiva e vegetação envolvente


Passadiços de madeira


KM 0 na praia do Areinho


As águas do Paiva convidam a uma ida a banhos


Praia de Espiunca


A PR 10 é um dos atractivos de Espiunca


Os passadiços de madeira, construídos entre as praias de Espiunca e do Areinho, trouxeram uma lufada de ar fresco ao turismo do concelho. Quem os percorre, arregala os olhos ao avistar geossítios como a Cascata das Aguieiras. E, além do contacto próximo com a Natureza e do conhecimento de fenómenos geológicos, as pessoas podem aproveitar para usufruir das praias fluviais e dos percursos pedestres de Canelas e Espiunca.

Aventurem-se e boas caminhadas!

Um até já,

TS


sexta-feira, 31 de julho de 2015

Trilho do Águeda

O destino de hoje é a cidade de Águeda. Depois de duas visitas ao largo 1º de Maio, uma na abertura e outra no encerramento do Agitágueda, o Pé ante pé apresenta o Trilho do Águeda. Uma pequena rota circular, de fácil acesso, que desvenda as maravilhas do centro histórico de Águeda e as margens do rio que dá nome à capital do município. A lamentar é a interdição de uma parte do percurso junto ao parque de lazer de Souto do Rio.

PR 6 - Trilho do Águeda


A PR 6 - Trilho do Águeda - é uma das pequenas rotas do concelho de Águeda com início e fim no largo 1º de Maio, onde centram-se os principais eventos da cidade. O Agitágueda, de 4 a 26 de Julho, e a Festa do Leitão, de 9 a 13 de Setembro, são os dois grandes exemplos. Trazem às ruas os aguendenses e muitos forasteiros que procuram adquirir novos saberes e sabores.

Pegada indica a distância percorrida da PR 6.1


O rio Águeda é um fio condutor do percurso de hoje. Mas, para além das águas que correm debaixo da ponte da cidade, a pequena rota de 8 km apresenta duas derivações. Uma, a PR 6.1, é um trilho urbano que dá a conhecer as Alminhas de Paredes, o Parque Municipal de Alta Vila, a Igreja Matriz de Santa Eulália, as escadas do Adro, a rua de Luís de Camões e a praça da República. A outra, a PR 6.2, é um troço linear que aproxima os caminheiros da Quinta do Conde Sucena. 

Do Largo 1º de Maio às Alminhas de Paredes são 500 metros 


Parque Municipal a 400 metros das Alminhas


Parede exterior do Parque de Alta Vila


Entrada do Parque Municipal de Alta Vila


Capela do Parque de Alta Vila


A percorrer a PR 6.1, inicia-se o percurso no largo 1º de Maio em direcção às Alminhas de Paredes a 500 metros (m) de distância. Mais 400 m e é tempo de fazer uma paragem para conhecer o Parque Municipal de Alta Vila, que fica a 330 m da Igreja Matriz de Santa Eulália. Agora, acrescenta-se uns 50 m e atinge-se a rua Luís de Camões através das escadas do Adro. Um pouco à frente a praça da República e o largo 1º de Maio, onde começa e termina o trilho urbano. 

Do parque à Igreja Matriz são 330 metros


Fachada principal da Igreja de Santa Eulália


Igreja Matriz de Águeda


Da Igreja à rua Luís de Camões são apenas 50 metros


Escadas do Adro


Rua Luís de Camões


Para quem desconhece, o Agitágueda agita as ruas de Águeda desde o ano de 2006. É um festival cultural e artístico que prende a atenção de quem passa pela cidade e depara-se com a fixação de milhares chapéus de chuva que dão cor e vida ao centro histórico. A rua Luís de Camões, a praça da República e o largo 1º de Maio vêem crescer a arte pública com a passagem de muitos grupos e artistas pelo Agitágueda. 

Um dos banco da rua de Luís de Camões a lembrar a Amália


À rua Luís de Camões segue-se a praça da República


Ponte sobre o rio Águeda


Parte superior da tenda do Agitágueda


Do largo 1º de Maio ao Souto do Rio são 2,8 km


A abandonar o largo 1º de Maio em direcção ao Souto do Rio


De novo pelo largo 1º de Maio, o Pé ante pé segue para Souto do Rio. Para lá chegar, os caminheiros atravessam a ribeira do Ameal e seguem um caminho de terra na companhia do rio Águeda. Nesta parte do percurso, é possível vislumbrar uma série de campos cultivados de milho e outras culturas. Tudo muito cuidado e limpo até que atingimos o Souto do Rio e o contentamento termina.

Ponte de madeira sobre a ribeira do Ameal


Rio Águeda


A travessia do rio Águeda, junto à área de lazer de Souto do Rio, está interdita devido a inexistência da Ponte dos Violantes. E, aqui, está o descontentamento. Ao chegar a este ponto da PR 6, os caminheiros estão impossibilitados de concluir o Trilho do Águeda. E, sem saber nadar, tenho de voltar ao ponto de partida, percorrendo os mesmos 2,8 km, com o desejo de que abertura da PR 6 seja breve.  

Ponte dos Violantes é inexistente 


Área de lazer de Souto do Rio


Está interdita a travessia do rio pela Ponte dos Violantes


Campo de milho


Amoras


Ilha do Águeda


A primeira vez a percorrer uma rota do concelho de Águeda e, apesar da interdição de uma parte do percurso (que impossibilita a conclusão do mesmo), o balanço é positivo. O Agitágueda terminou, no passado dia 26, com o concerto do James Arthur e uma sessão de fogo-de-artifício. Agora, fica a sugestão de visita da Festa do Leitão, que decorre de 9 a 13 de Setembro.

Aventurem-se e boas caminhadas!

Um até já,

TS