Mostrar mensagens com a etiqueta Moldes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Moldes. Mostrar todas as mensagens

sábado, 23 de janeiro de 2016

Regresso aos Caminhos do Sol Nascente

Uma pausa entre o primeiro e o segundo passeio pela Rota dos Geossítios para revelar registos fotográficos da primeira caminhada de 2016. Os Caminhos do Sol Nascente de Arouca são os eleitos do Pé ante pé para percorrer hoje. Uma pequena rota circular de 13 km que põe a descoberto o Côto do Boi (G2) e diversos lugares da freguesia de Moldes.

PR 3 - Caminhos do Sol Nascente (Arouca)


A terceira pequena rota (PR3) de Arouca - Caminhos do Sol Nascente - tem início e fim junto da Igreja Matriz de Moldes. Parte-se em direcção à capela da Senhora da Guia de Bustelo para, daqui, seguir para o lugar de Espinheiro. A Serra da Freita, o parque de lazer da Palma e os lugares de Fuste, Vila Cova, Póvoa e Friães completam o percurso pedestre de hoje.



































Acima, registos fotográficos que partilho da primeira caminhada de 2016. Os Caminhos do Sol Nascente revelam pedaços preciosos do território de Moldes e aguardam, faça frio ou calor, pela passagem de caminheiros e aventureiros. À chegada a Espinheiro, é possível admirar o miradouro do Côto do Boi (G2) que está integrado no primeiro passeio pela Rota dos Geossítios.

Aventurem-se e boas caminhadas!

Um até já,

TS


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Dica de visita II

A propósito dos 'Caminhos do Sol Nascente', é oportuno dar a conhecer Ponte de Telhe. Um lugar de Moldes conhecido pela sua ponte centenária e pelas águas limpas do rio Paivó. No verão, é um local requisitado para apanhar sol  e refrescar o corpo. 




Águas do rio Paivó


Num dia solarengo e quente, recomendo uma caminhada matinal pelas terras de Moldes e, depois, uma descida até ao rio Paivó, em Ponte de Telhe, para uma ida a banhos. Até lá, têm de percorrer muitas curvas e contra-curvas. Mas, acreditem, vale a pena pois é dois em um.

Aventurem-se e bons passeios!

Um até já,

TS

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Caminhos do Sol Nascente

Uma manhã de primavera ou verão é uma boa oportunidade para sair cedinho de casa e rumar até Moldes. E a razão, para o fazer, é inquestionável. Falo da terceira pequena rota do município de Arouca, intitulada PR 3 - Caminhos do Sol Nascente, que dá a conhecer o vale, as aldeias e muitos encantos naturais da freguesia. Tudo à espera da visita de caminheiros.

Retrato de uma manhã com neblina e sol


O vale de Moldes é extenso e, parte dele, dá vida e cor ao  PR 3. Uma rota  de 13 km, em circuito, que pode ser iniciada em qualquer um dos pontos do percurso. Bustelo, Espinheiro, Fuste, Vila Cova, Póvoa e Friães são aldeias que trilham os 'Caminhos do Sol Nascente'.

Aqui, o início e fim está assinalado junto à Igreja Matriz e ao edifício da Junta de Freguesia de Moldes. E, a meu ver, é o local recomendado para os caminheiros de fora. Que, antes de mais, fiquem a saber que Moldes tem história e encantos naturais. 

A localidade foi invadida pelos árabes e ambicionada pelos muçulmanos e cristãos, o que levou à destruição da Igreja por mais que uma ocasião. A paisagem e natureza valem a visita e a caminhada e, como as "Memórias Paraquiais" informam, "o rio de Moldes tem quarenta levadas... e trinta e oito são de moinhos".

Igreja Matriz de Moldes


Ficaram curiosos? A ideia é mesmo essa. Tirá-los do sofá para beberem história e natureza. Mas, voltando ao início do percurso, junto da Igreja, os caminheiros seguem a estrada principal de asfalto até uma primeira bifurcação. Aí, podem seguir a direcção de Friães, a 1 km, ou a direcção de Bustelo, a 2,6 km. 

Seguimos para Bustelo e começamos a subir por trilhos de floresta, onde os castanheiros, pinheiros e eucaliptos predominam. Moldes é uma região de castanha, de cereja, de cultos religiosos e de belas paisagens. Também a agricultura está muito patente na vida dos habitantes locais (ver abaixo fotogaleira).


PR 3 - Caminhos do Sol Nascente



Já em Bustelo, passamos junto à capela da Senhora da Guia e coretos adjacentes. Aqui, os festejos ocorrem, sempre, no segundo domingo de Julho. Saímos da aldeia e partimos para Espinheiro a 2,6 km. Mais uma vez, imergimos mata adentro e, antes da chegada ao próximo destino, fazemos um pequeno desvio até Adaúfe.

Uma fugida de 700 m para conhecer Adaúfe

Aldeia de Adaúfe

2,9 km de Espinheiro a Fuste 


De volta a Espinheiro, os caminheiros podem acrescentar 150 metros ao percurso para conhecer a localização da 'Quinta de Espinheiro' e do alojamento/ restaurante 'Casa do Campo'. Ambos os espaços possuem uma vista privilegiada sobre o vale de Moldes.

As pernas repousam um pouco, mas as pegadas continuam aparecer passo a passo. Agora, rumamos até Fuste e o próximo obstáculo traduz-se em 2,9 km. Até lá, percorremos trilhos da Serra da Freita. Subimos e subimos até atingir a quota máxima da  pequena rota, 770 metros de altitude.

Depois, é tempo de descer e, a pouco e pouco, deixar a serra para trás. Mas, antes da chegada a Fuste, ainda encontramos o parque de lazer da Palma. Um local apropriado para repor energias, ao mesmo tempo, que oferece uma vista panorâmica magnífica para Moldes.


Fuste marca a passagem da PR 3 e início da PR 8


Em Fuste, o percurso passa junto da capela de Santa Catarina, onde tem início a oitava pequena rota (PR 8) do concelho de Arouca. A PR 3 abandona a aldeia, tomando um caminho florestal perto da escola primária local, já inactiva. Agora, encontramos um grande declive descendente até  chegar à aldeia de Vila Cova a 1,6 km. 

Canastro e o alto da Srª da Mó no pano de fundo 


Com os pés é Vila Cova, a vida agrícola volta a ser sentida. Caminhamos, lado a lado, com campos cultivados e bem tratados a fazerem de anfitriões. Culturas de milho, ramadas de vinha, loureiros, cerejeiras, castanheiros e belos exemplares de canastros ou espigueiros são avistados.

Póvoa e Friães são os últimos núcleos habitacionais do nosso trajecto. A Igreja de Moldes está perto. Falta 1 km de caminho e já conseguimos avistar o ponto de chegada. O percurso fica concluído com sucesso, em 4 horas e 30 minutos, e com o desejo de um dia voltar: "Adeus, até um dia...".

Aventurem-se!

Um até já, 

TS