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quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Regresso às Cercanias da Freita

Volvidos seis anos, o Pé ante pé regressa às Cercanias da Freita para percorrer os seus trilhos rurais e florestais com um novo objectivo: desvendar o coração "Love Green Heart". Este trata-se de uma série de 30 caches que se encontram escondidas ao longo da PR 4 do concelho de Arouca.

A percorrer as Cercanias da Freita
Agosto de 2020



É o Geocaching que nos leva, em Agosto de 2020, a matar saudades do percurso pedestre das Cercanias da Freita. Uma pequena rota de 13 km que dá a conhecer aldeias como Santa Maria do Monte, Ameixieira, Chão de Espinho, Povos e Forcada. E ainda uma caminhada que permite admirar as magníficas Bolas Quartzodioríticas dos Viveiros da Granja (G14) e o majestoso Côto do Boi (G2).



























Acima registos fotográficos captados ao longo das Cercanias da Freita
Agosto de 2020



Coração "Love Green Heart"
Geocaching 2020



No fim da caminhada, muita euforia. Muita mesmo! O objectivo foi cumprido a 100%, perfazendo assim no nosso mapa de Geocaching o coração de Arouca. É tempo de concluir que acabamos cansados mas também muito satisfeitos.

Aventurem-se e boas caminhadas/ descobertas!

Um até já.

TS



domingo, 29 de junho de 2014

Cercanias da Freita

O arraial de festejo dos santos populares está a ser preparado junto à capela de Santa Maria do Monte, freguesia de Santa Eulália, que fica a 2 km da vila de Arouca. E, nós, estamos preparados para dar início à PR 4 - Cercanias da Freita. São 15 horas de sábado e saímos do largo da capela rumo ao lugar da Ameixieira, a 2.2 km de distância.

Placa informativa junto à capela


É, em Santa Maria do Monte, que a Grande Rota 28 - Por Montes e Vales de Arouca - cruza-se com a Pequena Rota 4. E, agora, é oportuno distingir PR de GR. Já que surgiram dúvida na minha cabeça, quando, há dois anos atrás, percorri pela primeira vez as 'Cercanias da Freita' e tive contacto com as placas pintadas de branco e vermelho (ver acima foto).

Bem, o que difere uma GR de uma PR é a distância do percurso. Uma Grande Rota tem 30 ou mais quilómetros de composição, enquanto uma Pequena está abaixo desse número. Esclarecido este apontamento, voltamos à descrição do trilho circular, de 13 km, que é de nível médio, para quem já tem hábitos de caminhada, e tem muitos recantos a descobrir (ver abaixo vídeo).


Recantos das Cercanias da Freita



A presença de castanheiros é constante


Começamos por percorrer trilhos rurais e, desde logo, aparecem sinais da abundância de castanha na zona (ver acima foto). A pouco e pouco, entramos em caminhos florestais (ver abaixo foto) e, nestes, a sombra dos pinheiros, eucaliptos e castanheiros acompanha-nos, em grande parte, no trajecto até Ameixieira.

Trilho florestal


Um pouco antes da chegada a Ameixieira, vemos árvores carregadas de ameixas maduras e prontas a ser ingeridas. Sabores e essências da época que enchem os nossos olhos e estômago de contentamento e satisfação (ver abaixo fotogaleria). E, é a calcar uma calçada de paralelos que vislumbramos as casas antigas de pedra da aldeia. Daqui, o próximo destino indicado é o lugar de Viveiros da Granja.

Viveiros da Granja a 2.5 km


PR 4 - Cercanias da Freita


Perto do lugar de Currais já só falta 1.2 km para Granja


De Ameixieira a Viveiros da Granja, caminhamos em calçadas e em caminhos florestais de terra batida. Nesta fase do percurso, os caminheiros encontram a parte mais complicada da PR 4. Quando, ainda na mata, avistamos um pequeno ribeiro, é sinal que estamos prestes a subir  um declive acentuado de montanha.

Assim que alcançamos um estradão, viramos à esquerda em direcção a Viveiros da Granja. O que demora muito pouco tempo, já que o caminho é plano. E, daqui, a vista panorâmica é imensa para o vale de Arouca e, bem longe, a Serra de Montemuro. Estamos, lado a lado, com a área natural da Serra da Freita.

Símbolo religioso que data de 1868


São 15.15 horas e passamos à antiga casa do guarda florestal e ao parque de merendas de Viveiros da Granja. Daqui, o percurso estende-se pela parte alta da freguesia de Moldes, intitulada "Travessa", onde percorremos uma das suas aldeias típicas, Chão de Espinho. Aqui, as casas rurais são de granito e complementadas por eiras e canastros adjacentes.

Abandonamos a serra em direcção ao lugar de Povos e, até lá, percorremos um 'mar' de castanheiros. Nesta época, encontrar castanhas é difícil e, sendo assim, recomendo que usufruam da sombra das folhas verdes, da flor das árvores e do aparecimento, ainda envergonhado, dos ouriços. Nesta, que é das zonas mais belas da rota, estão reunidas as condições para uma pequena corrida. Fica a sugestão.

Já em Povos, admiramos os campos em socalco cuidados e cultivados, as ameixas a colorir as árvores e as águas dos ribeiros que correm pelos caminhos antigos da aldeia. Trilhos estes que unem a aldeia de Povos ao lugar da Forcada (ver abaixo fotos). Até lá, temos pouco mais de um quilómetro pela frente.

Na chegada a Forcada, este canastro dá as boas-vindas


Aldeia da Forcada


De Forcada a Stª Maria do Monte resta 1.7 km



Antes de concluir o trajecto circular das 'Cercanias da Freita', conhecemos a aldeia de Forcada, que está a 1.7 km do início e fim do percurso. Os últimos passos dados e pegadas deixadas ficam nas ruas antigas do lugar de Santa Maria do Monte e, no arraial da capela, todos já estão prontos para a noite de S. Pedro. São 19.30 horas e voltamos para casa cansados e, ao mesmo tempo, renovados de ar puro.

Aventurem-se!

Um até já,

TS



sábado, 28 de junho de 2014

Até já Stª Maria do Monte

É, junto à capela de Santa Maria do Monte, na freguesia de Santa Eulália, que tem início a PR 4 - Cercanias da Freita. Uma pequena rota do concelho de Arouca com 13,3 km, em circuito, e com desníveis moderados.

O percurso percorre trilhos rurais, de floresta e de montanha, circundando as terras vizinhas à área natural da Serra da Freita. As 'Cercanias da Freita' dizem-me, desde Fevereiro de 2012, algo mais do que caminhar. 

A PR 4 faz parte das primeiras rotas que descobri e é uma das responsáveis pelo aumento da minha vontade de conhecer e fazer mais e mais percursos. Volvidos dois anos, volto lá. Mas, para já, deixo uma amostra daquilo que encontrei, no passado, ao percorrer as terras vizinhas da Freita. 


Chegada a Stª Maria do Monte

Tronco de um pinheiro a escorrer resina

Placa de lousa informativa

Marcas de orientação da PR 4

Chão gélido

Gelo

Evidência de castanheiros na zona

Caminho Certo

Efeitos do frio sentido a Fevereiro '12

Uma castanha resistente ao Inverno

Molho de varas de vime

Sombras 

Campos zelados



Aventurem-se!

Um até já,

TS